LA ISLE

voltar

Texto

31 de março - laisle n40 2007-02

Laisle edição 40

Nessa edição numero 40 em que completamos 32 exibições nacionais e 8 internacionais, estamos nesse evento trazendo artistas da Romênia, Sérvia, EUA, Japão, México e Brasil, com 14 vídeos no total.

Alem dos vídeos exibimos 2 conjuntos de músicos da cena alternativa do Rio de Janeiro, que são notórios pelo experimentalismo de seu som, que são: Voz del fuego e Seres operando matéria.

Nos vídeos brasileiros encontramos Alexandre Milagres trazendo imagens de vivencias noturnas, com uma gama de questionamentos e uma sensação de fragmentação das circunstancias apresentadas.

Dellani lima, com o vídeo “Morri na Baia de Guanabara”, sobre a permanência do azul.

Leonardo Galvão especula sobre a troca entre maquina e desejo humano.

Carlo Sansolo exibe a exploração entre cantos perdidos da cidade e musica.

Fernando de La Rocque especula sobre a temporalidade e a consciência do fim.

Érika Fraenkel fala sobre o vazio, o brinquedo e a possibilidade da sorte como brinde.

No bloco de americanos encontramos Ido Fluk que traz a angustia de amigos artistas demorarem para ficarem famosos, a espera da fama como sofrimento.

Ben Russel traz uma historia de ficção, com fragmentação da narrativa, gerando mistério, e abrindo possibilidades de leitura.

Jim Finn, traz a afetividade explorada com um esquilo como graciosidade .

A mexicana Florência Guillen traz uma cena de feirantes q competem pelo titulo do rei do grito, ironia para mostrar a sobrevivência de pequenos comerciantes .

Os japoneses Kawai e Yu Negoro, exploram visões diferentes sobre a cidade de Tokyo, kawai questiona a exibição sedutora do rosto de uma mulher e atrás dessa imagem a imagem da cidade como paisagem, a paralisia da imagem duvida da própria imagem produzida.

Negoro entra no cotidiano de mulheres que desejam e anseiam o casamento como se fossem preparadas para ter a visão do mundo como família.

Predrag pajdjc expõe no vídeo o tenso e real conflito no oriente médio como uma ferida da nossa sociedade hoje.

Mihai, fala sobre ficção cientifica e formação de organismos estranhos possuindo prédios e pessoas, trazendo a idéia de contaminação e opressão.