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Começa o ano com uma seleção de 12 vídeos, de 8 paises:Japão, França, Dinamarca/palestina, Romênia, Rússia, Israel, USA e Brasil.
Começamos com o trabalho de Marcio Almeida que apresenta um passeio de bicicleta aonde o dialogo e a troca revelam todo o aspecto de solidariedade e questionamento sobre consumo e exclusão.
No trabalho de Leonardo Galvão, temos gambiarras tecnológicas em fusão com o orgânico, uma relação entre objeto e organismo, como uma simbiose de signos.
Akiko Nakamura, pensa diferentes interpretações da utilização dos meios digitais hoje Nakamura revê o semblante favorecendo uma transmutação deste como crise de identidade.
Sagi questiona o uso da tecnologia como instrumento de dominação e massificação, gerando ameaça e tornando o homem com risco de exclusão social permanente e como alvo de violência e controle.
Temos toda a atmosfera de suspense criado por Mihai e pelos artistas russos Galina Myznikova & Sergey Provorov, que trabalham a questão do semblante, e Mihai trabalha também a face e a monumentalidade do prédio na cidade como representatividades, que seriam contorcidas por uma áurea mística e sombria.
O vídeo de Sabine Gruffat é como um travelog, uma narrativa fragmentanda que se relaciona com mitologias do local que investiga.
Luke Lamborn propõe uma releitura da paisagem abstraindo e refazendo camadas digitais da própria imagem.
Vemos o aspecto da ironia política presentes no vídeo de Carlo Sansolo que pensa a própria percepção da imagem, e sobre hábitos e alienação.
Pascal Lievre e Benny Nemerofsky Ramsay cantam as leis americanas, que limitam o direito dos cidadões por medo de mais retaliações terroristas, o clima de paródia intensifica a comédia pastelão que se tornou a incoerência da “democracia” americana.
A palestina Larissa Sansour faz um vídeo sobre a como é viver na Palestina sob ocupação de Israeli.
O vídeo de Érika Fraenkel aborda a melancolia, memória e a percepção da própria presença do ser no mundo com uma pressão referente ao individual no coletivo.
O vídeo de Alexandre Milagres sobre o aniversario da sua vovó que se chama Palestina está no terreno do lúdico e dialoga com uma vivencia de cotidiano, como um quase documentário.
Paul Rowley e David Phillips aborda sobre infância e proteção, incitando uma áurea poética.
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