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por Erika Fraenkel
A macaca como domesticação, e opressão, que esta seria exercida, no conflito diário na selva humana, selva capitalista, que promove a desvalorização gradativa do ecológico e da qualidade de vida, o contrabando, a extinção das espécies animais, e opressão dos segmentos religiosos, na constante desvalorização e manipulação religiosa, onde se ressalta, e desvaloriza-se as raças.
Este pedaço de pela esta pelúcia oprimida, que se encontra amarrada em pés e mãos, e exposta ,como simplesmente um pedaço de cor negra, como num espaço da pintura, e o plástico como espaço e transparência, criada como um casulo, que muda a forma da pelúcia, transpondo a significação dessa imagem, para um pedaço de cor negra suspensa, criando uma sensação de intervalo entre objeto e pintura.
O objeto define seu sentido, por ele mesmo já estar condicionado a uma significação, mas este objeto em suspensão pode expor a narrativa que foi percebida pelo autor.
A sensação de suspensão e empacotamento, e ainda assim a idéia de banalização da forma, onde esse interesse se afirma apenas pela textura e cor.
O autor escolhe seus interesses e fragmenta sua percepção do objeto.
Ao realizar o casulo-empacotamento, estaria relendo a noção de espaço inserida no raciocínio do artista cristo, mas quando coexiste a transparência, esse empacotamento revelaria o conteúdo, trazendo a concomitante operação do interior do casulo, e o espaço da sala, e do objeto em si.
Reafirmo a constante possibilidade em arte para releitura de espaço, e forma, assim como a formação do necessário objeto.
Érika fraenkel

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